O pedágio de fluxo livre moderniza estradas e estradas!

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O pedágio de fluxo livre, também conhecido como pedágio sem porta, é uma inovação tecnológica que está sendo implementada em várias estradas no Brasil. Esse sistema elimina a necessidade de quadrados de pedágio tradicionais, substituindo -os por varandas equipadas com câmeras e sensores que identificam veículos através de suas placas ou rótulos eletrônicos. A tecnologia permite que os motoristas passem sem velocidade, registrando automaticamente a passagem e calculando a taxa de acordo com o alongamento.

O principal objetivo do Free Flow é modernizar o processo de coleta, reduzir linhas e emissões de poluentes e fornecer mais tráfego. A cobrança é executada automaticamente para veículos com etiquetas, discutindo o valor diretamente da conta ou cartão registrado. Para aqueles sem etiquetas, o pagamento deve ser feito posteriormente, por meio de aplicativos, sites ou totens nas estradas.

Quais são as vantagens e os desafios do sistema de fluxo livre?

Entre as vantagens do sistema de fluxo livre, destacamos a eliminação de linhas nos assentos de pedágio, o que contribui para um tráfego mais fluido e menos poluente. Além disso, a carga para um tour pelo trecho oferece uma taxa mais justa, pois o valor é proporcional à distância percorrida. Isso pode incentivar o uso mais racional das estradas.

No entanto, o sistema também enfrenta desafios significativos. A falta de sinalização clara e a necessidade de se adaptar aos motoristas são pontos críticos. Muitos usuários relatam dificuldades em entender a operação do sistema e como fazer pagamentos sem um rótulo. Além disso, a violação é uma preocupação, com multas fortes para aqueles que não pagam dentro do período estipulado.

Como é a implementação do fluxo livre no Brasil?

O sistema de fluxo livre já está em operação em várias estradas brasileiras. Em São Paulo, por exemplo, o SP-333 e o contorno do sul de Tamoios já usam essa tecnologia. No Rio de Janeiro, o BR-101 (Rio-Santos) também possui portais de pedágio eletrônico. O prognóstico é que mais estradas, como Dutra e Rodoanel, adotam o sistema no final deste ano.

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Outros estados, como Minas Gerais e Goiás, estão na fase de teste ou estudam a implementação do fluxo livre. A Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) e o Conselho Nacional de Trânsito (Arant) incentivaram a expansão do sistema, com o objetivo de substituir os pedágios tradicionais até 2030. Apesar do progresso, a transição completa para o fluxo livre requer ajustes e melhorias na comunicação com os motoristas.

Toll – Créditos: depositphotos.com / RafaPressup

Quais são as sanções para aqueles que não pagam o pedágio de fluxo livre?

Não pagar o pedágio de fluxo livre é considerado uma infração séria no código de tráfego brasileiro. Os motoristas que não pagam dentro de 30 dias após a passagem do pórtico estão sujeitos a uma multa de R $ 195,23 e cinco pontos na licença nacional de proteção (CNH). Além disso, o valor da taxa ainda deve ser pago com juros.

As imagens de veículos que não pagam pelo pagamento são armazenadas por até 90 dias ou até cinco anos em caso de não conformidade. Os veículos externos também devem regularizar suas dívidas antes de deixar o Brasil. A inspeção é realizada por corpos como Antt e as estradas, notificando motoristas criminais.

Como os drivers podem se adaptar ao sistema de fluxo livre?

Para se adaptar ao sistema de fluxo livre, os motoristas devem levar em consideração a sinalização da estrada e considerar a instalação de etiquetas eletrônicas que facilitam o pagamento e, geralmente, oferecem descontos. Também é importante se familiarizar com os canais de pagamento disponíveis, como aplicativos e sites concessionais.

Além disso, os motoristas devem conhecer os prazos para evitar multas e pontos na CNH. A adaptação ao novo sistema pode exigir um período de ajuste, mas com informações e planejamento, os usuários da estrada podem aproveitar os benefícios dos pedágios eletrônicos sem enfrentar contratempos.

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