Os venezuelanos desempenham um papel fundamental no trabalho e na economia do SC, diz Faziscis

Share

A entidade diz que o estado precisa de profissionais externos para ocupar posições, mas que a falta de moradia acessível para receber essas pessoas se tornou um problema

Existem pelo menos 8.000 trabalhos formais abertos no estado, de acordo com Sne (foto: Image Bank)

Os venezuelanos estão ajudando a satisfazer a necessidade de trabalho em Santa Catarina e contribuindo para o crescimento econômico do Estado, de acordo com a Federação de Associações de Negócios da Federação de Santa Catarina (FACISC). Elson Otto, presidente da entidade, afirma que o SC era o estado que a maioria dos imigrantes empregou no país vizinho, mas lamenta que muitos deles tenham vivido grupos em pequenos espaços devido à falta de um lugar adequado para se viver.

Continue após a publicidade

Clique aqui e receba notícias do vale Itajaí para o WhatsApp

Favisc está preocupado com a falta de moradia em SC, que pode agravar o trabalho enfrentado no estado. Os dados publicados na terça -feira (13) apontam pelo menos 8.000 trabalhos formais abertos apenas para o Sistema Nacional de Emprego (seno). A boa oferta de emprego tornou a SC atraente e isso promoveu o crescimento da população estadual em 32% nos últimos 15 anos, quando a média em outras regiões do Brasil é de 11%, diz Otto.

Nos últimos sete anos, a SC forneceu trabalho a pelo menos 27.000 venezuelanos. O problema é que muitas dessas pessoas, como outros países e estados, alcançam o SC e não conseguem encontrar propriedades para alugar. E onde houver residências disponíveis, os aluguéis são caros e comprometem quase todos os trabalhadores. O presidente da Fascisc diz que o problema é generalizado no estado e afeta as pessoas com todos os níveis de classificação.

– Vemos muitos casos de imigrantes que alugam um porão, por exemplo, e vivem em várias pessoas. E não consideramos esse humano, ele aponta para o presidente da Facesc.

Continue após a publicidade

As cidades de SC recebidas pela maioria dos venezuelanos

1º – Chapecó: 8.583 venezuelanos recebidos desde 2018 (foto: Cappecó Prefeitura, disseminação)

2º – Joinville: 6.231 venezuelanos recebidos desde 2018 (foto: um arquivo)

3º – Florianópolis: 3.256 Venezuelanos recebidos desde 2018 (foto: Leonardo Sousa, divulgação PMF)

4º – Blumenau: 2.364 venezuelanos recebidos desde 2018 (foto: Patrick Rodrigues, arquivo completo do NSC)

5º – São José: 1,812 Venezuelanos recebidos desde 2018 (Foto: São José City Hall, NSC Archive)

VEJA  Quatro apostas de Santa Catarina recebem prêmios em Mega-Sena de R $ 60 milhões

6 – ItaPiraga: 1.659 Venezuelanos recebidos desde 2018 (foto: ItaPiraga Tourism, NSC Archive)

7º – Balneário Camboriú: 1.288 Venezuelanos recebidos desde 2018 (foto: Luiz Carlos Souza, NSC TV)

8 – Camboriú: 1.286 Venezuelanos recebidos desde 2018 (foto: Conselho da Cidade, Divulgação)

9º – Rio do Sul: 1.139 Venezuelanos recebidos desde 2018 (foto: divulgação)

Décimo – Concordia: 1.027 Venezuelanos recebidos desde 2018 (Foto: SC Public Archive)

Risco de perder trabalho

O estudo de uma entidade, apresentado nesta semana, mostra um déficit habitacional de 190.000 casas em SC. A pesquisa também revela o outono, ano após ano, desde 2014, do número de residências entregues no estado pelo Ministério da CIDAS, o programa do Ministério das Cidades. Esse cenário pode tornar o SC menos atraente e fazer o estado perder o trabalho de Paraná, que criou alternativas para criar novas casas, exemplifica o presidente da Fazisc.

“Temos oportunidades, mas a moradia é urgente”, diz Otto.

O FACISC defende uma maior adesão dos municípios ao programa do governo federal, mas também atrai a atenção para a necessidade de outras medidas. Tanto é assim que a entidade planeja apresentar um projeto ao governo do SC, para que o poder público esteja associado ao setor privado, onde as empresas entram em dinheiro para a execução das obras e o estado oferece incentivos ou subsídios fiscais. Essa seria uma maneira de tentar terminar o pescoço da falta de moradia.

– Não basta trazer força de trabalho, é necessário oferecer condições decentes de moradia: alerta Roberto Carlos Cardoso, membro do Conselho Fiscal Favisc.

Continue após a publicidade

O governo do SC sabe que tem a tarefa de fazer. No final do ano passado, a Casa Catarina foi lançada, com um investimento de US $ 420 milhões para atender cerca de 34.000 famílias no estado. A secretária de Estado da Assistência Social, Maria Helena Zimmermann, disse na época que 60% do déficit habitacional no fundamento da terra são pessoas que têm aluguel excessivo usado.

– Comando mais de 30% da receita mensal com essa despesa, é difícil economizar o dinheiro necessário para entrar no financiamento e fazer o sonho de propriedade da casa, disse ele.

Leia mais

Vagas e automação de fim de semana: os supermercados SC tentam evitar a falta de trabalho

Read more

Local News

Viral Jornal
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.